Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho
preferido, aquele que ela mais amava. E ela, deixando
mais volúvel
que um coração de mãe. E, como mãe,
lhe respondo: o
filho predileto, aquele a quem me dedico
de corpo e
alma... É o meu filho doente, até que sare. O que partiu,
até que volte. O que está cansado, até que descanse. O
que está com fome, até que se alimente. O que está com
estudando, até que
aprenda. O que está nu, até que se
vista. O que não
trabalha, até que se empregue. O que
namora, até que
se
case. O que casa, até que conviva. O que é pai, até que
os crie. O que prometeu, até que se cumpra. O que
deve,
até que pague. O que chora, até que cale.
E
já com o
semblante bem distante daquele sorriso,
completou: O
que já me deixou...
...até que o reencontre..."
Recebi de Vera Lucia Drumond






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